Homologação vs produção (o que muda)
tpAmb 1/2, ambienteFiscal, ek_test_/ek_live_ e billing: o que separa emissão de teste de emissão real na engineAPI.
Homologação vs produção: o que muda
O ambiente é uma propriedade do emissor cadastrado (ambienteFiscal: 1 =
Produção, 2 = Homologação — convenção tpAmb da própria SEFAZ), nunca da URL: o
endpoint é sempre https://api.engineapi.com.br.
O que muda de verdade
| | Homologação (ambienteFiscal=2) | Produção (ambienteFiscal=1) |
|---|---|---|
| Validade fiscal | Nenhuma — documento não vale como nota | Valor fiscal real |
| Webservice SEFAZ/SEFIN | Ambiente de teste | Ambiente real do estado/SEFIN nacional |
| Chave ek_test_ | Opera normalmente | 403 — chave de teste não opera emissor de produção |
| Chave ek_live_ | Opera normalmente (sem restrição de ambiente) | Opera normalmente |
| Métrica de uso | Registrada como <tipo>_test (ex. nfe_test) | Registrada como <tipo> |
| Cobrança | Nunca fatura — mesmo emitindo via ek_live_ num emissor de homologação | Conta na cota/fatura do plano |
ek_test_ só opera issuer de homologação (ambienteFiscal=2) ou sandbox (sandbox=true);
contra um emissor de produção a engineAPI responde 403 com a mensagem
"Chave de teste não opera emissor de produção — gere sua ek_live_ no portal." A chave
restringe, nunca converte: um emissor de produção continua de produção, a ek_test_
é barrada, não "rebaixada".
Por que isso importa na prática
O ambiente decide qual webservice recebe o XML assinado — não existe um "modo teste"
genérico compartilhado entre parceiros. Cada emissor tem seu próprio ambienteFiscal,
e o default ao cadastrar é defensivo: homologação, nunca produção por omissão.