Encriptação
TLS 1.3 em trânsito, AES-256 em repouso
Isolamento
Dados segregados por Partner e Issuer
Compliance
Aderência à LGPD e padrões fiscais
Certificados digitais
Armazenamento seguro
Os certificados A1 (.pfx) dos seus clientes são tratados com o mais alto nível de proteção:Validade e renovação
Desde
@engineapi/sdk@1.1.0, client.companies.* chama as rotas reais (/companies)
e envia o certificado como multipart/form-data. Pode usar o SDK ou chamadas REST
diretas como acima. Detalhe em SDK TypeScript.Autenticação
API Keys
JWT (sessões de dashboard)
Verificação em duas etapas (2FA)
O SSO Google não é atalho: quem é obrigado a ter segundo fator passa pelo
mesmo portão ao entrar pelo Google.
Bloqueio por tentativas de login
Alertas de segurança por e-mail
O titular da conta (e o dono da plataforma, quando configurado) recebe e-mail a cada login de superadmin, troca de senha, mudança de 2FA e uso de código de recuperação. O alerta traz quando, de onde e por qual navegador; nunca carrega senha, código ou token.Infraestrutura
Práticas de segurança
A engineAPI segue estas práticas em toda a infraestrutura, independente da tecnologia por trás:Headers de segurança
Todas as respostas incluem estes headers de segurança:LGPD e proteção de dados
Dados coletados
Direitos do titular
A engineAPI atua como operadora de dados. O Partner (Software House) é o controlador perante a LGPD. O Partner é responsável por obter consentimento do titular antes de enviar dados para a API.
Boas práticas
Proteja sua API Key
Proteja sua API Key
- Nunca exponha a API Key em código frontend
- Use variáveis de ambiente no servidor
- Rotacione keys periodicamente
- Revogue keys comprometidas imediatamente
Valide certificados antes do upload
Valide certificados antes do upload
- Verifique a validade do certificado (.pfx) antes de enviar
- Configure alertas para certificados próximos do vencimento
- Mantenha um processo de renovação documentado
Monitore o uso da API
Monitore o uso da API
- Acompanhe o consumo via dashboard
- Configure webhooks para eventos de erro
- Use os headers
X-RateLimit-*para evitar throttling
Ambiente de homologação
Ambiente de homologação
- Sempre teste em homologação antes de ir para produção
- Use dados fictícios em testes
- Nunca use certificados de produção em homologação
Registro de acesso e alertas
Toda chamada autenticada entra na trilha de auditoria do seu parceiro com o endereço de origem, e é esse endereço que aparece no painel e nos alertas de segurança da EngineAPI. O endereço é resolvido a partir deX-Engine-Client-IP, X-Forwarded-For e
X-Real-IP, mas apenas quando esses cabeçalhos chegam pelo gateway da
EngineAPI. Se a sua integração enviar um deles numa chamada direta, o valor é
descartado e vale o endereço real da conexão: não é possível escolher qual IP
aparece na sua auditoria.
Se você chama a EngineAPI através de um proxy próprio (NAT, saída fixa, gateway
corporativo), o endereço registrado é o de saída desse proxy, não o da máquina
interna.
O que dispara alerta
Estas situações avisam a equipe da EngineAPI na hora, mesmo quando a chamada é sua e legítima. Nenhuma delas bloqueia a chamada.
Se a sua esteira de testes costuma bater em
401 em série, use a chave
ek_test_ e trate o erro em vez de repetir a tentativa em laço.
Veja também
- Rate limits: limites de uso e como evitar throttling.
- Multi-tenancy: arquitetura B2B2B e isolamento de dados.